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Vampire Rain
Topic Started: Aug 19 2007, 06:42 PM (337 Views)
LibertyPlanetVasco23
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Peguem na mecânica do primeiro Splinter Cell e juntem-na com Metal Gear Solid: Sons of Liberty; agora, em vez de Sam Fisher, metam um anónimo soldado chamado John Lloyd apoiado por uma equipa táctica ao estilo de Rainbow Six - mas na terceira pessoa - como protagonista, e que em vez de terroristas tem como inimigos vampiros que parecem ter saído directamente de Blade: desta forma ficarão com uma ideia geral sobre Vampire Rain.

Aproveitando a onda liderada por Metal Gear Solid e Splinter Cell, que elevaram o subgénero da acção furtiva a um novo patamar e reconhecimento do público, Vampire Rain, resulta de uma colaboração entre a AQ Interactive e a Artoon, sendo dirigido por Shigeru Okada. Tem como principal influência o Splinter Cell original - e não tem vergonha em aproveitar literalmente a maioria das suas características - e alguns aspectos de Metal Gear Solid - como o radar, ou as lutas surreais contra os bosses (há um que fará imediatamente recordar Sniper Wolf), adicionando a esta contraditória fusão um revestimento de Third Person Shooter táctico que raramente - e infelizmente, pois era aqui que poderia residir o seu ponto forte - sobressai ao longo da experiência.

Pensar num Splinter Cell sobrenatural, com Sam Fisher como caçador de vampiros, é uma ideia absurda, mas é exactamente o que iremos encontrar aqui. Este contraste gritante faz-se notar do princípio ao fim, e apesar de diferente do habitual, acaba por se perder em lugares comuns e não encaixa na mecânica. É demasiado difícil e frustrante - basta sermos descobertos uma única vez e é Game Over instantâneo, os inimigos matam-nos praticamente com um só golpe -, usando, também, a irritante estrutura linear dos checkpoints e da jogabilidade de tentativa e erro do primeiro Splinter Cell. Isto é disfarçado, aparentemente, pelo cenário onde decorre a maior parte do jogo - as ruas de uma pequena cidade -, onde somos muitas vezes abandonados pelos membros da equipa apenas com um objectivo e indicação geral: com um cenário tão grande para explorar, esperava-se uma jogabilidade não linear, mas rapidamente a ilusão desvanece e comprovamos que há, na maior parte das vezes, uma única forma de cumprir o objectivo proposto.

Chega-se ao ponto de podermos falar da ausência de IA dos inimigos - ou estão parados num determinado sítio ou seguem uma rotina de vigília cansativa e simples - porque toda a experiência a solo pode ser resumida como um conjunto de “set-pieces” onde parecemos mais espectador que jogador, limitando-nos a descobrir a rota planeada pelos programadores. Parte da dificuldade reside exactamente aí: nas restrições abusivas impostas ao jogador, como barreiras invisíveis que não se podem atravessar - mas a cidade continua do outro lado...

O enredo - inicialmente - leva a nossa equipa numa missão solitária e secreta para destruir o líder dos Nightwalkers (os vampiros), o Prime Walker, e esperar que desta forma o seu controlo sobre a cidade acabe por ruir. É durante uma noite de chuva - que diminui as capacidades desta raça e razão para a maioria do jogo se passar no exterior - que irá decorrer a história, que nunca ultrapassa os clichés do género e consegue cativar o jogador, servindo apenas de pretexto para ligar uma série de missões que poderiam existir individualmente.

O modo solo encontra-se dividido num conjunto de 24 longas missões - pelas inúmeras vezes que morremos e temos de recomeçar a partir de um checkpoint longínquo, repetindo novamente tudo o que tínhamos feito -onde se conta a “história”. Estas começam sempre com um objectivo simples, como encontrar a caixa preta, entrar no armazém e procurar munições, mas acabam por se complicar pelos motivos mais ridículos que possam imaginar - numa ocasião teremos de voltar ao mesmo local duas vezes porque outro membro da equipa se “esqueceu” de trazer um cartão que, só por acaso, tem exactamente a informação de que precisamos. Falta um sentido de união, de um todo, de ritmo, porque parece que estamos simplesmente a atravessar uma série de missões sem grande ligação entre si, como que percorrendo as VR Missions da versão Substance de Metal Gear Solid. E a comprovar isto, em paralelo à história vão sendo desbloqueadas, num total de 23 - quase tantas como as missões principais -, “Trial Missions”, objectivos para pôr à prova as capacidades do jogador, e onde só mesmo os Hardcore Gamers seriam capazes de achar algum interesse...

A nível do grafismo também desilude: o maior elogio que posso fazer é o de compará-lo com um bom jogo Xbox. Raramente sentimos estar perante um jogo de nova geração - só uma ou outra personagem nos parecem fazer lembrar que estamos a jogar numa Xbox 360 -, e tanto a cidade, cinzenta e monótona, como e a chuva que, supostamente, afectaria os vampiros, não têm qualquer impacto na jogabilidade. No Xbox Live o jogo assume-se mais enquanto um simpático e despretensioso Third Person Shooter, onde a opção mais interessante é a de assumir a pele de um Nightwalker. Mas com poucos cenários e modos de jogo disponíveis, não passará de uma curiosidade.

A mistura de géneros foi arriscada e parecia, em teoria, interessante. É pena que a obra acabe por tropeçar em si mesma e perder-se em clichés, com o lado do sobrenatural a ser mal explorado. A ambição pode ser um defeito - quanto maior a altura... - e se a equipa tivesse optado por construir simplesmente um Third Person Shooter táctico mas virado ao mesmo tempo para um lado arcade - porque as lutas contra os bosses são os melhores momentos do jogo -, Vampire Rain teria ganho novo fôlego.

Fonte: PTGamers
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LibertyPlanetMakaveli
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Liberty
Splinter Cell e MGS? parece ser fixe, olha ve so se poes as imagens bem pk nao da para ver
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LibertyPlanetVasco23
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Eu vejo :S :S
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LibertyPlanetIssac
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Sò li a primeira linha, e foi o suficiente para trasandar a fail.
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LibertyPlanetKeznitt
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Issac
Nov 7 2008, 02:47 PM
Sò li a primeira linha, e foi o suficiente para trasandar a fail.
Então hás-de começar a ler os teus posts...
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LibertyPlanetIssac
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Os teus posts cheiram a invenja men.

E falta de namorada também!
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LibertyPlanetKeznitt
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Issac
Nov 8 2008, 08:39 PM
Os teus posts cheiram a invenja men.

E falta de namorada também!
tu com o teu arzinho a nerd engatas bues gajas......a pagar á hora...
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LibertyPlanetIssac
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Arrested
Por acaso uma vez tive quase para pagar a uma gaja men, foi a tua mãe, mas fui tão espectacular que ela é que me pagou a mim :lol:

Puto cala-te men, riduculizas-te em cada post teu, tens essa cara que deve ser um iman anti-conas e vens para aqui a dar moral :lol:
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LibertyPlanetKeznitt
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piadas de mae...paciencia..
Vais para aqui mandar bitaites tao fails, até o jinye era menos fail q tu.
Tens a mania q és um garanhao, até o akiro admitiu q fisicamente eras um nerd...
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LibertyPlanetIssac
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Posso ser fisicamente mas não sou psicologicamente.

Posso parecer um nerd mas sou o exacto oposto, tas ai a dar moral mas com a tua boca de ferro não deves comer nenhuma. A única cona que tu viste foi a da tua mãe pah.

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LibertyPlanetRelisys
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Lixo do forum
Issac
Nov 9 2008, 09:39 PM
Posso ser fisicamente mas não sou psicologicamente.

Posso parecer um nerd mas sou o exacto oposto, tas ai a dar moral mas com a tua boca de ferro não deves comer nenhuma. A única cona que tu viste foi a da tua mãe pah.

nao digas isso ele pode ter vindo de cesariana, ou isso nao existe nos açores?
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LibertyPlanetKeznitt
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LP Addicted
LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL.
Issac,tal pena no teu tempo o aborto ja nao ser legal...
Mandas bocas tao fails..
Quero comer mais q tu ó gordalhuco
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LibertyPlanetIssac
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fdx eu tenho 1,85 e peso 89 kilos, chamas a isso ser gordo ?

Posso ter um pouco de peso a mais mas isso é irrelevante, pois no que toca a peso eu posso sempre emagrecer, agora esse íman anti-conas que tu tens na boca é capaz de demorar mais tempo a sair :lol:
Edited by Issac, Nov 11 2008, 11:38 PM.
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